Blog informativo sobre as novidades no mercado de IMÓVEIS do Rio de Janeiro. Mostra os PRINCIPAIS LANÇAMENTOS imobiliários do mercado carioca, e todas as informações para FINANCIAMENTO de imóveis. E apresenta uma maneira mais cômoda, elegante, segura e ECONÔMICA de comprar imóveis.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Laudimiro Cavalcanti, presidente do BIB-RIO, fala sobre a realidade da Barra da Tijuca
Barra da Tijuca continua sendo o polo imobiliário que mais cresce no País, fato que levou a criação da BIB-RIO
Quanto maior o espaço, maiores as oportunidades e também, maior a concorrência. Como sobreviver neste mercado? Como fazer um bom proveito de redes imobiliárias para conquistar parceiros e clientes? Conversamos com o presidente da BIB-RIO (Bolsa de Imóveis), do Rio de Janeiro, Laudimiro Cavalcanti. A entidade em 2011, completa uma década de existência e atualmente possui 60 imobiliárias cadastradas.
Qual a sua avaliação da atuação da BIB-RIO nesses dez anos de existência? Quais as conquistas e os desafios a serem enfrentados?
Por ser a Barra da Tijuca um bairro que se destaca não só pelo desenvolvimento imobiliário progressivo notório, mas também por ser uma região que passou a ter “ VIDA PRÓPRIA”, resolvemos em 2001 fundar a BIB, Bolsa de Imóveis da Barra, após várias conquistas como convênios com jornais, bancos, visando principalmente financiamento habitacional. A Barra continua sendo o polo imobiliário que mais cresce no país principalmente com as atividades esportivas na região nos próximos anos. A BIB também cresceu e transformou–se em BIB-RIO (Bolsa de Imóveis) hoje com 60 imobiliárias associadas visando parceria com outras redes no Brasil e no mundo, estamos abrindo espaço para que o nosso estatuto admita o associado corretor pessoa física.
Como as redes imobiliárias, a exemplo da BIB-RIO, podem auxiliar os corretores na conquista do mercado?
As Bolsas e as Redes tem a facilidade de trabalhar com empresas e profissionais selecionados e qualificados, com isso passa segurança , credibilidade e velocidade nas vendas. O cliente deixa de procurar e passa a escolher, além de contar com um grande banco de dados e mix de vantagens, tudo que o mercado imobiliário oferece, chega antes nas redes.
Quais são os próximos projetos?
Com o espaço aberto para pessoa física, já admitimos em nosso quadro social um engenheiro perito em avaliação judicial e pretendemos com isso uma nova dinâmica da entidade em fornecer Laudo de Avaliação com assinatura do corretor associado e do engenheiro perito, um nicho de mercado promissor, que temos que ativar mostrando visibilidade ao público interessado.
Onde estão as melhores oportunidades de negócios para aqueles que atuam no mercado imobiliário de grandes metrópoles?
As grandes oportunidades de negócios nas grandes metrópoles estão ligadas diretamente à qualificação profissional. O corretor tem que estar preparado, profundo conhecedor do produto ofertado e conectado com a internet e com redes imobiliárias, instrumentos indispensáveis no mundo globalizado.
Hoje, com a ampla concorrência no mercado imobiliário no Rio de Janeiro, que estratégias o corretor de imóveis busca para conquistar um diferencial competitivo?
Acreditamos que o corretor conectado com uma rede tenha perfil diferenciado. Por isso vejo sucesso e futuro promissor para as Bolsas e Redes no cenário Nacional e Internacional, diante de novas expectativas com a retomada dos negócios imobiliários e a economia do país em franco crescimento.
*Deixe o seu comentário. Ele é MUITO IMPORTANTE para nós. OBRIGADO!
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Rio lidera índice de valorização de imóveis
Embora em ritmo menor do que nos últimos três meses, o preço médio do metro quadrado dos apartamentos em seis capitais brasileiras e no Distrito Federal continuou a subir em julho, aumentando o valor dos imóveis.
De acordo com pesquisa da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), o preço médio do metro quadrado de apartamentos em São Paulo, Rio, Recife, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza e Distrito Federal subiu para R$ 5.722, alta de 2,1%. O aumento é menor do que o verificado nos meses de junho (2,3%), maio (2,6%) e abril (2,7%).
Assim como em junho, Recife liderou a alta em julho, com o valor médio do metro quadrado subindo 3%. Em seguida, ficou o Rio de Janeiro, com alta de 2,6%. São Paulo cresceu 2,2%.No acumulado dos últimos 12 meses, o Rio continua a liderar a alta – o metro quadrado dos apartamentos na Cidade Maravilhosa aumentou 43,3% nesse período. São Paulo ficou em segundo lugar, com o metro quadrado subindo 29%.
O levantamento, chamado de indicador FipeZap, é desenvolvido e calculado pela Fipe e acompanha o preço médio do metro quadrado nas seis capitais e no DF. O índice leva em conta os anúncios de apartamentos prontos do site Zap Imóveis.
Desde janeiro de 2008, de acordo com a pesquisa, o preço do metro quadrado dos apartamentos subiu em média 106% em São Paulo e 132% no Rio de Janeiro.
Além de continuar liderando a alta no acumulado dos últimos 12 meses, o Rio segue também tendo o bairro mais caro para se morar entre as cidades pesquisadas – no Leblon, o preço médio do metro quadrado é de R$ 15.160. Em Ipanema, o segundo lugar na cidade – e também no Brasil –, o metro quadrado fica em R$ 14.074.
Em São Paulo, a região de Ibirapuera e Vila Nova Conceição ultrapassou o Jardim Paulistano como a mais cara da cidade. O preço médio do metro quadrado nos bairros próximos ao parque ficou em R$ 8.437.
Já entre os bairros mais baratos da cidade aparecem Paraisópolis (R$ 2.471 a média do metro quadrado) e São Miguel Paulista (R$ 2.602).
No Rio, há lugares ainda mais baratos: em Guadalupe, a média do metro quadrado fica em R$ 793 e, em Anchieta, em R$ 975.
*Deixe o seu comentário. Ele é MUITO IMPORTANTE para nós. OBRIGADO!
*Deixe o seu comentário. Ele é MUITO IMPORTANTE para nós. OBRIGADO!
Marcadores:
CUB,
FipeZap,
Índice de valorização imobiliária RJ,
Ipanema,
Leblon,
Metro quadrado,
Preços de imóveis
Preços dos imóveis no Rio continuam em expansão
Os preços dos imóveis continuam em franca expansão na cidade do Rio de Janeiro. No mês de abril, em média, os imóveis localizados na capital fluminense valorizaram 3,3%, na comparação com o mês de março, quando aumentaram 3,2%, de acordo com o índice FipeZap divulgado nesta quarta-feira (04) pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) em parceria com o portal Zap Imóveis.
Bairros mais caros em abril
Valorização por dormitórios
No avaliação nacional, o destaque de alta no mês de abril ficou por conta da capital pernambucana, Recife (+3,6%), enquanto Salvador (capital baiana) se manteve com a menor valorização no último mês (+0,9%). Já a capital paulista teve crescimento de 2,4% nos valores praticados.
Mas a valorização carioca fica ainda mais perceptível quando analisado o crescimento nos últimos 12 meses. Neste período, o mercado imobiliário carioca ficou 44% mais caro.
Quando o valor é comparado com as outras sete regiões brasileiras pesquisadas (São Paulo, Belo Horizonte, Distrito Federal, Salvador, Fortaleza e Recife), a capital fluminense dispara na liderança, já que São Paulo e Belo Horizonte tiveram aumento de 26% e Fortaleza 13%.
Bairros mais caros em abril
No quarto mês do ano, segundo o indicador, os bairros mais caros do Rio de Janeiro foram Leblon – cujo metro quadrado médio custava R$ 13.785 – seguido por Ipanema (metro quadrado negociado a R$ 13.365), Lagoa (R$ 10.958), Gávea (R$ 10.135) e Leme (R$ 9.055). Todos na zona sul da capital fluminense.
Por outro lado, os metros quadrados mais baratos da cidade estão localizados em Coelho Neto, comercializado em média a R$ 1.195; Padre Miguel, vendidos a R$ 1.045; Pavuna, a R$ 1.142; Anchieta, a R$ 953 e Guadalupe, a R$ 802. Com exceção de Padre Miguel, localizado na zona oeste, todos os outros bairros ficam na zona norte do Rio de Janeiro.
Valorização por dormitórios
Por número de dormitórios, no mês de abril, os imóveis no Rio de Janeiro de um dormitório tiveram, em média, alta de 3,8% nos preços, com o metro quadrado sendo vendido a R$ 7.275. Os de dois foram comercializados com 3,1% de valorização, com preço médio de R$ 4.944 o metro quadrado. Por sua vez, os de três dormitórios tiveram acréscimo de 3,1%, a R$ 6.138 o metro quadrado e por fim, os de quatro apresentaram alta de 3,1%, a R$ 7.547 o metro quadrado.
Já na comparação desde 2008, ainda de acordo com o mesmo indicador, os imóveis de um dormitório tiveram valorização de 126% desde janeiro de 2008. Ou seja, imóveis com um quarto, que custavam R$ 100 mil em janeiro de 2008, estão sendo negociados a R$ 226 mil em abril de 2011.
Nos imóveis com dois dormitórios, em três anos, a valorização chegou a 111%. Seguindo o mesmo raciocínio, aqueles que custavam R$ 200 mil em janeiro de 2008, estavam sendo vendidos em abril de 2011 por R$ 422 mil.
Na mesma linha, os preços dos imóveis de três dormitórios tiveram aumento de 108% e de 91% nos de quatro ou mais.
fonte: notícias.R7.com
*Deixe o seu comentário. Ele é MUITO IMPORTANTE para nós. OBRIGADO!
*Deixe o seu comentário. Ele é MUITO IMPORTANTE para nós. OBRIGADO!
Marcadores:
imóveis RJ,
Preços de imóveis,
Valorização imobiliária RJ
domingo, 31 de julho de 2011
Como proceder na compra de um IMÓVEL INVENTARIADO
Quem busca um imóvel para compra fica ressabiado quando surge uma boa oferta, porém inserida em processo de inventário. Rapidamente, o candidato à compra fantasia os riscos possíveis de tal tipo de negócio, que envolve questão judicial. A preocupação é a de que não haja permissão para a venda do bem a ser partilhado entre a família, provocando perda de tempo e prejuízos financeiros.
A compra e a venda de imóveis em processos de inventário é uma prática bem comum. Há, até mesmo, casos extremos, em que o proprietário falece durante a negociação, e por razões diversas (necessidade financeira premente para os herdeiros, por exemplo), o juiz autoriza a concretização imediata da negociação. Em outra hipótese, os herdeiros, de comum acordo, podem desejar antecipar a divisão do imóvel, enquanto o inventário transcorre, abrangendo outros bens.
A venda, nestes casos, é concedida por um alvará. Desde o pedido à liberação, transcorrem (no Rio Grande do Sul) cerca de dez dias. Pode acontecer, contudo, de o juiz interpretar a ação como especulativa, em que os membros ingressam com o pedido a fim de tirar proveito da permissão prevista em lei, para afastar o sacramento do processo de inventário, que é a partilha. Sendo esta a decisão do juiz, só restará aguardar a conclusão dos autos, que pode levar anos (em qualquer lugar do Brasil).
O alvará de venda é a chave para a tranqüilidade. Sua validade é de 30 dias e, com ele, a compra do imóvel pode ser realizada normalmente, sem quaisquer riscos para as partes. O procedimento correto de prestadores de serviços na área de transações imobiliárias é juntar referido alvará às negativas do imóvel inventariado, objeto do interesse de compra. O alvará de venda é obtido em juízo pelo herdeiro (ou herdeiros) da propriedade. No decorrer da transação, o tabelião o anexará à escritura.
Sem o documento não há negócio, e a suposição é a de que, quando o “arras” (sinal) é dado como princípio de pagamento em garantia do contrato, sua devolução ocorra apenas na conclusão de todo o processo de inventário.
*Deixe o seu comentário. Ele é MUITO IMPORTANTE para nós. OBRIGADO!
A compra e a venda de imóveis em processos de inventário é uma prática bem comum. Há, até mesmo, casos extremos, em que o proprietário falece durante a negociação, e por razões diversas (necessidade financeira premente para os herdeiros, por exemplo), o juiz autoriza a concretização imediata da negociação. Em outra hipótese, os herdeiros, de comum acordo, podem desejar antecipar a divisão do imóvel, enquanto o inventário transcorre, abrangendo outros bens.
A venda, nestes casos, é concedida por um alvará. Desde o pedido à liberação, transcorrem (no Rio Grande do Sul) cerca de dez dias. Pode acontecer, contudo, de o juiz interpretar a ação como especulativa, em que os membros ingressam com o pedido a fim de tirar proveito da permissão prevista em lei, para afastar o sacramento do processo de inventário, que é a partilha. Sendo esta a decisão do juiz, só restará aguardar a conclusão dos autos, que pode levar anos (em qualquer lugar do Brasil).
O alvará de venda é a chave para a tranqüilidade. Sua validade é de 30 dias e, com ele, a compra do imóvel pode ser realizada normalmente, sem quaisquer riscos para as partes. O procedimento correto de prestadores de serviços na área de transações imobiliárias é juntar referido alvará às negativas do imóvel inventariado, objeto do interesse de compra. O alvará de venda é obtido em juízo pelo herdeiro (ou herdeiros) da propriedade. No decorrer da transação, o tabelião o anexará à escritura.
Sem o documento não há negócio, e a suposição é a de que, quando o “arras” (sinal) é dado como princípio de pagamento em garantia do contrato, sua devolução ocorra apenas na conclusão de todo o processo de inventário.
*Deixe o seu comentário. Ele é MUITO IMPORTANTE para nós. OBRIGADO!
terça-feira, 26 de julho de 2011
RIO DE JANEIRO na mira dos investidores
Pesquisa Ademi do mercado imobiliário
fonte: ADEMI - Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário
*Deixe o seu comentário. Ele é MUITO IMPORTANTE para nós. OBRIGADO!
Informe Fiabic, Junho/2011
Fonte de informação para empresários e investidores brasileiros e estrangeiros interessados no mercado carioca, a Pesquisa ADEMI faz, desde 2003, o acompanhamento e análise minuciosa da oferta e da venda de imóveis no Rio de Janeiro. Dados coletados pela Pesquisa ADEMI do Mercado Imobiliário mostram, por exemplo, que em 2010, foram lançados aproximadamente 30 mil novos imóveis na região metropolitana do Rio de Janeiro. Este quadro só reforça o excelente momento pelo qual passa a indústria imobiliária, e, porque não dizer, o Rio de Janeiro como um todo.
De acordo com o vice-presidente da ADEMI, Alexandre Fonseca, que lidera a Comissão de Pesquisa e Inteligência de Mercado da entidade, o atual boom imobiliário do Rio tem seus motivos. Segundo ele, as UPPs, o Minha Casa, Minha Vida e obras de infraestrutura favoreceram os lançamentos imobiliários residenciais, principalmente nas regiões periféricas do Rio. "O calendário de grandes eventos esportivos, econômicos e culturais, únicos no mundo, ajudaram a criar um cenário ainda mais positivo para o mercado carioca e colocaram definitivamente o Rio na mira dos investidores", afirma Alexandre.
O sistema da pesquisa possui um processo de geração e análise 100% online, tanto na coleta das informações quanto na disponibilização dos seus resultados. Alexandre Fonseca ressalta que, nos próximos anos, a ADEMI ampliará ainda mais o alcance da pesquisa. "Se o mercado cresce, temos que sinalizar os caminhos, analisar cada região e indicar os motivos que justificam esse crescimento. O objetivo é gerar uma análise cada vez mais precisa do mercado, antecipar tendências, mitigando riscos e auxiliar empresários e investidores na tomada de decisão", completa o dirigente.
fonte: ADEMI - Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário
*Deixe o seu comentário. Ele é MUITO IMPORTANTE para nós. OBRIGADO!
Marcadores:
Ademi,
investidores,
mercado imobiliário RJ,
pesquisa,
Rio de Janeiro
Assinar:
Postagens (Atom)
